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Ribeiro & Valle Advogados

Direito da Saúde e Direito Médico

Quando o plano nega, existe um caminho jurídico

Atuamos dos dois lados do balcão da saúde: ao lado do paciente diante da operadora ou do hospital, e ao lado do profissional que responde a processo no conselho de classe ou na Justiça.

Situações frequentes

Da situação vivida ao enquadramento jurídico

À esquerda, como a pessoa descreve o que aconteceu. À direita, onde isso é tratado pela lei. Reconhecer o próprio caso na coluna da esquerda costuma ser o primeiro passo.

O plano negou a cirurgia que o médico indicou.

Cobertura de procedimento prescrito pelo médico assistente — Lei 9.656/1998 e rol da ANS.

A mensalidade subiu de um ano para o outro sem explicação.

Reajuste por faixa etária e por sinistralidade — limites da Lei 9.656/1998 e do CDC.

Pedi internação de urgência e mandaram esperar autorização.

Atendimento de urgência e emergência e prazos máximos de atendimento fixados pela ANS.

Fiquei com sequela depois de um procedimento.

Responsabilidade civil por erro médico — arts. 186 e 951 do Código Civil e art. 14 do CDC.

Peguei infecção durante a internação.

Responsabilidade do estabelecimento pelo serviço hospitalar — art. 14 do CDC.

O plano cancelou o contrato de forma unilateral.

Hipóteses de rescisão e de suspensão previstas na Lei 9.656/1998.

O medicamento de alto custo foi recusado pelo plano e pelo SUS.

Fornecimento de medicamento — art. 196 da Constituição e critérios fixados pelos tribunais superiores.

Respondo a processo no CRM por causa de um atendimento.

Defesa técnica em sindicância e processo ético-profissional perante o conselho de classe.

Atuação

Frentes de atuação

O que efetivamente fazemos dentro do Direito da Saúde.

01

Planos de saúde

Discussão judicial e extrajudicial de negativas, reajustes, carências e cancelamento de contrato.

  • Negativa de cobertura de procedimento, exame ou material
  • Reajuste por faixa etária e por sinistralidade
  • Carência, doença preexistente e portabilidade
  • Rescisão unilateral e manutenção de plano coletivo
  • Ex-empregado e aposentado — manutenção do plano

02

Erro médico

Apuração de negligência, imprudência e imperícia, com análise de prontuário e prova técnica.

  • Análise técnica de prontuário e documentação clínica
  • Diagnóstico equivocado e atraso de tratamento
  • Intercorrência cirúrgica e sequela permanente
  • Cirurgia plástica — obrigação de resultado
  • Ação indenizatória e produção antecipada de prova

03

Responsabilidade hospitalar

Falhas atribuíveis à instituição, e não ao profissional isoladamente.

  • Infecção hospitalar e falha de controle sanitário
  • Equipamento defeituoso e falta de insumo
  • Erro de administração de medicamento
  • Queda, troca de paciente e falhas de identificação
  • Alta hospitalar precoce com agravamento

04

Defesa de profissionais de saúde

Representação de médicos, dentistas, enfermeiros e demais profissionais.

  • Sindicância e processo ético no CRM, CRO e COREN
  • Recurso ao conselho federal
  • Defesa em ação indenizatória movida por paciente
  • Orientação sobre prontuário, termo de consentimento e sigilo
  • Consultoria preventiva para clínicas e consultórios

05

Medicamentos e tratamentos

Acesso a terapias negadas pela operadora ou pelo poder público.

  • Medicamento de alto custo e off-label
  • Órteses, próteses e materiais especiais
  • Tratamento fora do rol da ANS
  • Home care e terapias continuadas
  • Tratamento do transtorno do espectro autista

06

Urgência e tutela imediata

Medidas judiciais para situações que não comportam espera.

  • Tutela de urgência para autorização imediata
  • Internação em UTI e transferência hospitalar
  • Internação involuntária — requisitos legais
  • Vaga em leito e fila de regulação
  • Descumprimento de decisão judicial pela operadora

Perguntas frequentes

O que as pessoas perguntam antes de procurar o escritório

O plano de saúde pode negar um procedimento que está no rol da ANS?

O rol da ANS define a cobertura mínima obrigatória dos planos regulamentados. Havendo negativa de procedimento listado, a recusa precisa ser justificada por escrito pela operadora, e essa justificativa é o ponto de partida da análise jurídica. Procedimentos fora do rol têm discussão própria, decidida caso a caso pelos tribunais.

Preciso da negativa por escrito para procurar um advogado?

Não é indispensável, mas ajuda muito. A negativa por escrito, o número do protocolo de atendimento, o relatório do médico assistente e o contrato do plano são os documentos que mais pesam na análise inicial do caso.

Qual o prazo para discutir um erro médico?

O prazo varia conforme a natureza da relação jurídica e o momento em que o dano foi conhecido. Por isso a orientação é procurar avaliação assim que houver suspeita, sem esperar o desfecho do tratamento, para que a contagem do prazo seja examinada com a documentação em mãos.

Sou médico e recebi uma notificação do CRM. O que faço primeiro?

Antes de responder, vale reunir prontuário, termo de consentimento, escala e demais registros do atendimento, e observar o prazo indicado na notificação. A defesa apresentada na sindicância orienta todo o restante do processo ético-profissional.

Atendem pacientes fora do Rio de Janeiro?

Sim. Boa parte dos atos processuais é praticada eletronicamente, o que viabiliza atuação em outros estados. O primeiro contato pode ser feito por telefone, e-mail ou WhatsApp.

Contato

Descreva o caso e o escritório avalia o cabimento

Retornamos os contatos em até 24 horas úteis. A primeira conversa serve para entender os fatos, verificar a documentação disponível e indicar quais caminhos jurídicos existem — sem antecipar resultado.

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